Wednesday, March 25, 2020

Museu dos Correios Brasília

O Museu dos Correios Brasília é um museu postal, telegráfico e filatélico brasileiro criado em 26 de fevereiro de 1889 e localizado em Brasília.

Museu dos Correios Brasília

História Museu dos Correios Brasília

Museu Postal
O Dr. Luiz Betim Paes Leme, esteve à frente da Diretoria Geral dos Correios no período de 18/03/1882 a 19/12/1891. Na sua administração foi criada a Biblioteca Postal em 26 de março de 1888 e no ano seguinte, o Museu Postal em 26 de fevereiro de 1889, conforme a Portaria nº 119.

Museu Telegráfico
Se o Museu Postal foi amplamente documentado, com portaria de criação e citado nos Relatórios Anuais dos Correios, o mesmo não se pode dizer do Museu dos Telégrafos. Entretanto, sabemos de sua existência devido às fotografias pertencentes ao acervo iconográfico do Museu Nacional dos Correios, que registram duas salas destinadas à preservação e exibição de aparelhos telegráficos, fragmentos de cabos submarinos, isoladores, entre outros itens, que serviam de experimentos para os novos empregados dos Telégrafos.

Museu Postal-Telegráfico e Museu Filatélico
Em 12 de dezembro de 1931 houve uma mudança drástica nos serviços postais e telegráficos no Brasil, motivada pela crise das duas instituições até então existentes. Como medida de recuperação dos serviços prestados, foi criado o Departamento de Correios e Telégrafos (DCT). Nesse momento, foi criado também o Museu Postal-Telegráfico, que ficou sob a responsabilidade do Serviço de Comunicações da Diretoria Geral, conhecido como SCO-DG. Importa destacar que a criação do Museu Postal-Telegráfico foi objeto do mesmo Decreto que criou o DCT.

Localizado, a princípio, na Sala da Biblioteca, o museu até 1934 não tinha espaço definido até a sua transferência para o prédio da Escola de Aperfeiçoamento do DCT e ficou instalado no segundo andar do prédio da Sucursal da Tijuca, localizada na Rua Conde de Bonfim, Rio de Janeiro.

Do Museu Postal e Telegráfico ao Museu Nacional dos Correios
Após a extinção do DCT e a criação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, por Decreto de 20 de março de 1969, foi assinada no início dos anos 1970 uma portaria no sentido de criar um Grupo de Trabalho para organização de um novo museu, o Museu Postal e Telegráfico, que foi inaugurado em Brasília em 15 de janeiro de 1980, iniciando um novo capítulo na história dos acervos históricos reunidos inicialmente no século XIX. Esse museu esteve aberto ao público até 2001, quando fechou para reformas, tendo todo o seu acervo transferido para o campus da Universidade Corporativa dos Correios. Reaberto apenas em 25 de janeiro de 2012, em modernas instalações, com o nome de Museu Nacional dos Correios, é herdeiro de parte desses acervos históricos e centro de um projeto de memória institucional bem mais amplo, que se preocupa não só com as peças localizadas em Brasília, mas com a preservação do dia a dia da empresa em seus múltiplos aspectos, em uma visão que procura restabelecer aquela mesma que, em 1889, presidiu a criação do antigo Museu Postal.

Museu dos Correios Brasília Acervo

Após sua reabertura em 2012, o Museu Correios tem papel fundamental no resgate e preservação da história dos Correios no Brasil. Herdou os esforços do Museu Postal (1889),Museu dos Telégrafos (1906), Museu Postal-Telegráfico (1931). Atualmente o acervo possui mais de um milhão de peças, em contínua ampliação. A unidade tem se destacado também no cenário brasiliense com uma programação variada e inclusiva, garantindo o acesso de estudantes e do público em geral a diversas manifestações culturais. Em maio de 2014, com a modernização da marca Correios, o Museu Nacional dos Correios passou a se chamar Museu Correios.

Horário de Funcionamento Museu dos Correios em Brasília

  • Terça a Sexta das 10h às 19h / Sábado e Domingo das 14h às18h

Onde fica, Endereço e Telefone Museu dos Correios em Brasília

  • Edifício Apollo SCS, St. Comercial Sul, 256 – Asa Sul – Brasília – DF
  • Telefone: (61) 2141-9276

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Museu de Valores Brasília

O Museu de Valores Brasília é um museu brasileiro, com sede em Brasília, no Distrito Federal. Possui dois tipos de acervo: o numismático e o artístico. O acervo numismático é composto por cédulas, moedas e outros valores impressos, barras de ouro, medalhas e curiosidades numismáticas ligadas ao dinheiro e à tecnologia de sua fabricação.

O acervo artístico engloba 554 obras, entre as quais pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, principalmente de artistas brasileiros relacionados ao modernismo.

Museu de Valores Brasília

História Museu de Valores Brasília

Em 17 de agosto de 1966, a Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil autorizou a organização do Museu de Valores. Durante os seis anos seguintes, esforços foram empreendidos para organização do acervo, preparação de pessoal e planejamento das instalações e atividades. O local escolhido para a instalação do Museu de Valores foi o pavimento térreo do edifício da primeira sede do Banco Central, no prédio histórico onde haviam funcionado as Caixas de Conversão, de Estabilização e de Amortização, na Avenida Rio Branco, na cidade do Rio de Janeiro. A inauguração ocorreu em 31 de agosto de 1972, como parte das comemorações do sesquicentenário da Independência do Brasil.

A mudança para Brasília
Com a construção do Edifício-Sede do Banco Central do Brasil, em Brasília, o Museu de Valores recebeu novas instalações, adaptadas às necessidades de preservação, exposição e segurança de seu acervo. A inauguração do museu na capital federal, em 8 de setembro de 1981, foi na mesma data de inauguração do Edifício-Sede do Banco Central. Para coroar a data, foi lançada a segunda família de cédulas do Cruzeiro. A solenidade de inauguração do Banco Central e do Museu de Valores contou com a presença do Presidente da República à época, Sr. João Baptista de Oliveira Figueiredo, e de outros ilustres convidados, entre os quais Paul A. Vocker, Chairman do Federal Reserve System, e Alexandre Kafka, Diretor-Executivo do Fundo Monetário Internacional.

A abertura da Galeria de Arte
Desde o recebimento como dação em pagamento nos processos de liquidação de bancos, as obras de arte receberam tratamento especial em relação a outros bens que tinham de ser colocados à venda no prazo de seis meses pelo Banco Central do Brasil. As primeiras ideias para a criação de um espaço para exibição desse relevante patrimônio artístico surgiram somente em 1986. Nesse ano, a Diretoria Colegiada do Banco Central determinou que as obras de maior valor artístico não fossem mais utilizadas na ornamentação dos espaços de trabalho. A única exceção é o painel Descobrimento do Brasil, de Portinari, localizado no Salão Nobre do 8º andar, disponível para visitação pública.

A Diretoria reconhece, ainda, a importância dessas obras de arte como “acervo destinado, primordialmente, a exibição ao público com objetivo de difusão cultural”, como consequência dos contatos preliminares com a Fundação Nacional Pró-Memória, entidade supervisionada pelo Ministério da Cultura (MinC) que funcionou como braço executivo da política de proteção ao patrimônio cultural, de 1979 a 1990.

Motivado pelo sentimento de preservação da cultura nacional e de valorização da imagem do Banco, criou-se, à época, o grupo de trabalho GT Acervo, responsável por retomar um trabalho inconcluso em 1985 de abertura de um local de exposição. Como consequência, a Galeria de Arte do Banco Central foi inaugurada em 3 de outubro de 1989, por ocasião dos 25 anos do Banco Central. Os doze painéis de Portinari da série “Cenas Brasileiras” foram exibidos ao lado de obras de outros artistas modernistas brasileiros. Além da equipe interna, a concretização do espaço da Galeria contou com a contribuição do Museu de Arte de São Paulo (Masp), do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e do Projeto Portinari, por meio de serviços de consultoria e atividades de montagem de exposição e restauração, em geral sem custos para o Banco Central.

Em 1997, a Galeria foi fechada para reforma e reabriu em 2006, com a exposição “O Óleo e o Ácido”.

Museu de Valores Brasília Acervo

O acervo numismático é composto por cerca de 135 mil peças, brasileiras e estrangeiras, abrangendo meios de pagamento antigos e modernos. Estão presentes moedas, cédulas, condecorações, medalhas, títulos públicos e particulares, documentos históricos, além de documentos e objetos que caracterizam o progresso tecnológico da fabricação do dinheiro, como matrizes de cédulas, cunhos, desenhos originais de cédulas e moedas.

A formação do acervo se iniciou em 1966, com a compra da coleção de cédulas do colecionador Omar Paiva. As primeiras coleções compradas foram conjuntos fechados. Posteriormente, o Museu de Valores buscou adquirir peças específicas com o intuito de completar os conjuntos já existentes ou incluir peças de valor numismático relevante. As escolhas foram feitas após análise de numismatas e servidores especialistas na área, com especial destaque a F. dos Santos Trigueiros. Foram ainda recebidas peças provenientes do Tesouro Nacional, da Caixa de Amortização e do Banco do Brasil. O Banco Central possui 554 obras de arte de caráter museológico. São pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, principalmente de artistas brasileiros relacionados ao modernismo.

Horário de Funcionamento Museu de Valores em Brasília

  • Segunda a Sexta das 09h às 17h

Onde fica, Endereço e Telefone Museu de Valores em Brasília

  • Setor Bancário Sul (SBS) Quadra 3 Bloco B – Ed. Sede – Asa Sul – DF
  • Telefone: (61) 3414-2093

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Museus Brasília

Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), “uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade”.

Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade.

Museus Brasília

Desde a Antiguidade remota, o homem por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo.

Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.

História dos Museus

Apesar da origem clássica da palavra museu – do grego mouseion – a origem dos museus como locais de preservação de objetos com finalidade cultural é muito mais antiga. Desde tempos remotos o homem se dedica a colecionar objetos, pelos mais diferentes motivos. No Paleolítico os homens primitivos já reuniam vários tipos de artefatos, como o provam achados em tumbas.

Na Grécia Antiga o museu era um templo das musas, divindades que presidiam a poesia, a música, a oratória, a história, a tragédia, a comédia, a dança e a astronomia. Esses templos, bem como os de outras divindades, recebiam muitas oferendas em objetos preciosos ou exóticos, que podiam ser exibidos ao público mediante o pagamento de uma pequena taxa. Em Atenas se tornou afamada a coleção de pinturas que era exposta nas escadarias da Acrópole no século V a.C. Os romanos expunham coleções públicas nos fóruns, jardins públicos, templos, teatros e termas, muitas vezes reunidas como botins de guerra. No oriente, onde o culto à personalidade de reis e heróis era forte, objetos históricos foram coletados com a função de preservação da memória e dos feitos gloriosos desses personagens. Dos museus da Antiguidade, o mais famoso foi o criado em Alexandria por Ptolomeu Sóter em torno do século III a.C., que continha estátuas de filósofos, objetos astronômicos e cirúrgicos e um parque zoobotânico, embora a instituição fosse primariamente uma academia de filosofia, e mais tarde incorporasse uma enorme coleção de obras escritas, formando-se a célebre Biblioteca de Alexandria.

Ao longo da Idade Média a noção de museu quase desapareceu, mas o colecionismo continuou vivo. Por um lado os acervos de preciosidades eram considerados patrimônio de reserva a ser convertido em divisas em caso de necessidade, para financiamento de guerras ou outras atividades estatais; outras coleções se formaram com objetos ligados ao culto cristão, acumulando-se em catedrais e mosteiros quantidades de relíquias de santos, manuscritos iluminados e aparatos litúrgicos em metais e pedras preciosas. No Renascimento, com a recuperação dos ideais clássicos e a consolidação da humanismo, ressurgiu o colecionismo privado através de grandes banqueiros e comerciantes, integrantes da burguesia em ascensão, que financiavam uma grande produção de arte profana e ornamental e se dedicavam à procura de relíquias da Antiguidade.

Acervo

A criação e manutenção de um acervo museológico é uma tarefa trabalhosa, dispendiosa, complexa e ainda em processo de estudo e aperfeiçoamento. Muitas questões fundamentais ainda estão sendo discutidas pelos especialistas, e em muitas delas ainda não se formaram consensos ou regulamentações definitivas. Todo esse campo está em rápida expansão e contínua transformação. O acervo representa o núcleo vital de todo museu, e em torno do qual giram todas as suas outras atividades. O acervo idealmente é gerido por um curador, ou por uma equipe de curadores, que tem a função de manter organizada e em bom estado a coleção em seus depósitos, define conceitualmente e organiza as exposições ao público, e supervisiona as atividades de documentação e pesquisa teórica sobre a coleção a fim de produzir novo conhecimento. O curador também tem um papel decisivo nos processos de aquisição e descarte de peças. O curador é o responsável pela gestão do acervo segundo o que foi definido no Plano Diretor do museu, que conta com uma seção especialmente dedicada à Política de Acervo, como está previsto no Código de Ética para Museus.

Veja os principais Museus de Brasília:

  • Museu Nacional: Lote 02, SCTS –  Telefone: (61) 3325-5220
  • Museu de Valores: Setor Bancário Sul (SBS) Quadra 3 Bloco B – Teefone: (61) 3414-2093
  • Museu dos Correios: St. Comercial Sul, 256 – Telefone: (61) 2141-9276
  • Museu do Catetinho: Rodovia BR 040 s/n – Telefone: (61) 3338-8803
  • Museu da Cidade de Brasília: Praça dos 3 Poderes
  • Museu da Imprensa: Lote 800 Quadra 06, SIG Qd 6 – Telefone: (61) 3441-9618
  • Museu da Fotografia Documental: Asa Norte – Telefone: (61) 8132-1418
  • Museu Vivo da Memória Candanga: St. JK – Telefone:  (61) 3301-3590
  • Museu de Arte de Brasília: Setor Cultural Sul, Lote 2 – Telefone: (61) 3325-5220
  • Museu Histórico do Senado Federal: Praça dos Três Poderes – Telefone: (61) 3303-4029


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Saturday, December 21, 2019

Praça dos Três Poderes Brasília

Praça dos Três Poderes Brasília é um amplo espaço aberto entre os três edifícios monumentais que representam os três poderes da República: o Palácio do Planalto (Executivo), o Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e o Congresso Nacional (Legislativo).

Como em quase todos os logradouros da cidade, a parte urbanística foi idealizada por Lúcio Costa e as construções foram concebidas por Oscar Niemeyer com projetos estruturais de Joaquim Cardozo.

Praça dos Três Poderes Brasília

Praça dos Três Poderes Brasília Características

A Praça dos Três Poderes, localizada no extremo leste do Plano Piloto, é um espaço aberto que mede aproximadamente 120 x 220 metros, de modo que os prédios representativos dos poderes não se sobressaíssem um diante dos outros, em atenção ao princípio de que os poderes são harmônicos e independentes e, portanto, têm o mesmo peso. Não é uma praça tradicional, pois não possui árvores nem qualquer outro elemento que proporcione sombra às pessoas que nela permanecem. De vegetação, somente as palmeiras imperiais que circundam a grande superfície de água à altura do Congresso Nacional.

Além dos palácios, a Praça dos Três Poderes, inclui as esculturas Os Guerreiros, de Bruno Giorgi (mais conhecida como Os Candangos), considerado um símbolo de Brasília, e A Justiça, escultura de Alfredo Ceschiatti, em frente ao STF. Pode-se ver ainda a Pira da Pátria e o Marco Brasília, em homenagem ao ato da Unesco que considerou a cidade Patrimônio Cultural da Humanidade.

Na face leste da praça está o Museu Histórico de Brasília, em cuja fachada se pode admirar uma escultura da cabeça de Juscelino Kubitschek. Na Praça encontra-se ainda o Pombal, uma escultura de Niemeyer, em concreto, encomenda da primeira dama Eloá, mulher do presidente Jânio Quadros.

A praça também abriga o Mastro da Bandeira, um monumento de autoria de Sérgio Bernardes de cem metros de altura. A Lei 5.700/71 determina a presença perene de uma bandeira nacional. Segundo o Livro Guinness dos Recordes, esta é a maior bandeira hasteada do mundo medindo, 286 m2. Ela é substituída todo primeiro domingo de cada mês em cerimônia solene.

Na face oeste, está o Panteão da Pátria, construído em homenagem ao presidente Tancredo Neves e que poderá vir a abrigar os restos mortais de ilustres figuras brasileiras. Sua forma sugere a imagem de uma pomba. No salão principal podem ser admirados o vitral de Marianne Peretti e o painel sobre Inconfidência Mineira, de João Câmara. No Salão Vermelho, pode-se apreciar o painel de Athos Bulcão. Já tiveram seus nomes inscritos no livro de aço lá exposto, os nomes de várias personalidades históricas.

O Espaço Lúcio Costa, situado sob o piso da praça, mostra uma maquete de Brasília, com 179 metros quadrados.

O Espaço Oscar Niemeyer, está localizado na parte posterior da Praça dos Três Poderes. É uma edificação cilíndrica, com área de 433m2, onde se podem admirar os trabalhos (painéis, desenhos e fotos) que representam as obras deste arquiteto. Apesar de um pouco retirado, com relação aos demais monumentos, é considerado parte da praça.

A Praça dos Três Poderes é ponto de visitação turística e de concentrações populares, não só as cívicas, como a troca da guarda do palácio presidencial e o hasteamento da bandeira, mas também das grandes manifestações de reivindicação e protesto.

Congresso Nacional

Em seus depoimentos, Oscar Niemeyer declara que o Edifício do Congresso Nacional é sua realização predileta. Cartão-postal de Brasília, com sua concepção plástica arrojada, a sede do Poder Legislativo brasileiro é um conjunto de construções onde se destacam as duas cúpulas representando os plenários: a cúpula maior (côncava) do plenário da Câmara dos Deputados e a cúpula pequena (convexa), que abriga o plenário do Senado Federal.

Na face voltada para a Praça dos Três Poderes, possui um espelho d’água. No anexo I, formado por dois prédios verticais de 28 pavimentos, com cem metros de altura, funciona a administração das duas casas legislativas. Ao longo dos anos, outros anexos foram sendo construídos, fora da área da praça, para novos gabinetes parlamentares e instalação de escritórios para as atividades de apoio.

Compõem o prédio o Salão Negro, o Salão Verde, o Salão Nobre, os Plenários da Câmara e do Senado, bem como as galerias (que unem o prédio principal aos anexos tanto na Câmara como no Senado) e a chapelaria no Senado. Na chapelaria existe um pequeno museu com o mobiliário do antigo Senado, que funcionou no Palácio Monroe no Rio de Janeiro. O Congresso possui um acervo artístico expressivo, com obras de Di Cavalcanti, Alfredo Ceschiatti, Marianne Peretti, Fayga Ostrower, Carybé e Maria Bonomi.

Supremo Tribunal Federal

O prédio de colunas externas segue o mesmo modelo criado para o Palácio do Planalto e o Palácio da Alvorada. Prédio moderno, o Supremo possui obras de arte distribuídas por seus espaços e um museu com um plenário da antiga sede do Rio de Janeiro, além de móveis, togas e objetos pessoais de ex-ministros. Em exposição permanente, a história das leis e de todas as Constituições do país.

O prédio situado na praça é usado para solenidades e para as sessões plenárias. Os serviços administrativos funcionam em anexos construídos ao longo do tempo.

Palácio do Planalto

Conhecido oficialmente como Palácio do Planalto, é a sede do Poder Executivo do Brasil. É revestido de mármore branco e da fachada principal, voltada para a Praça dos Três Poderes, são visíveis apenas quatro andares, embora a edificação possua subsolos e anexos administrativos.

As reuniões ministeriais são realizadas no amplo salão onde está instalada a imponente mesa oval, no segundo andar. O Gabinete Presidencial está localizado no terceiro andar, ao lado dos Gabinetes Civil e de Segurança Institucional. Uma ampla rampa, em espiral, une esses dois pisos. Ainda no segundo andar, estão localizados os salões Leste e Oeste, onde são realizadas as cerimônias de entrega de credenciais de diplomatas estrangeiros, assinaturas de leis e tratados ou de posse de ministros de Estado.

Horário de Funcionamento Praça dos Três Poderes em Brasília

  • 24 horas

Endereço e Telefone Praça dos Três Poderes em Brasília

  • Praça dos Três Poderes – Brasília – DF
  • Telefone: não possui

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Catetinho Brasília

O Catetinho Brasília foi a primeira residência oficial do presidente do Brasil Juscelino Kubitschek no novo Distrito Federal na época da construção da nova capital do país, Brasília. Está situado às margens da rodovia BR-040, próximo às cidades de Santa Maria e Gama.

O Catetinho é um pequeno museu aberto à visitação pública. A exposição traz referências da época, através da preservação do mobiliário original e outros objetos. Imagens fotográficas complementam as ambientações, com o objetivo de propiciar ao público um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção de Brasília.

Catetinho Brasília

A suíte presidencial, o quarto de hóspedes e a cozinha preservam o mobiliário da época, além de alguns objetos e roupas de Juscelino Kubitschek.

Catetinho Brasília História

A ideia da construção de uma residência provisória para abrigar o presidente em suas visitas a Brasília surgiu de uma reunião de amigos de JK, no Hotel Ambassador/RJ. Oscar Niemeyer fez o croqui do Palácio de Tábuas, seu primeiro projeto para Brasília. Os amigos conseguiram um empréstimo e, em apenas dez dias, construíram a casa. Em torno dela funcionou um núcleo de apoio, com serviços de radiofonia e radiotelegrafia, e um campo de pouso. O nome Catetinho foi sugerido por Dilermando Reis, em alusão ao Palácio do Catete.

Em 10 de novembro de 1956, JK participou da inauguração, assinando também o primeiro despacho no local. À noite, os amigos homenagearam o presidente com uma seresta. O Catetinho abrigou diretores e engenheiros da Novacap e também personalidades que visitavam a cidade em construção, como o presidente de Portugal Craveiro Lopes. A pedido de JK, o Catetinho foi tombado pelo Iphan em 10 de novembro de 1959.

O projeto museográfico do Catetinho procura retomar as referências de época, preservando-se alguns objetos e o mobiliário original. Imagens fotográficas, bem como outros objetos, complementam as ambientações com o objetivo de propiciar ao público um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção de Brasília.

Catetinho Brasília Entrada

A entrada no museu é gratuita.

Horário de Funcionamento Catetinho em Brasília

  • Terça a Domingo das 09h às 17h

Endereço e Telefone Catetinho em Brasília

  •  Rodovia BR 040 s/n Trevo do – Gama – Brasília – DF
  • Telefone: (61) 3338-8803

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Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável Brasília

O Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável Brasília tem por ideal ser Tabor da Esperança, fundado em 19/03/2000. A presença de Schoenstatt em Brasília iniciou quando as Irmãs de Maria chegaram em 1988 e começaram o trabalho com a Campanha da Mãe Peregrina.

Hoje, além da Campanha da Mãe Peregrina, o Santuário possui grupos de formação para todas as idades e acolhe peregrinos das diversas partes do Brasil.

Santuario da Mãe Rainha

Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável Brasília O Movimento

O Movimento Apostólico de Schoenstatt pertence à Igreja Católica Apostólica Romana e faz parte da Obra Internacional. O ato da Fundação da Obra Internacional de Schoenstatt é a Aliança de Amor com Maria, firmada pelo Pe. José Kentenich, juntamente com um grupo de seminaristas palotinos.

Nos primeiros anos da Fundação, durante a I Guerra Mundial, muitos seminaristas foram convocados como soldados e, apesar dos desafios, difundiram a espiritualidade de Schoenstatt entre soldados e enfermeiros da guerra. Em poucos anos a Mãe de Deus atraiu muitas pessoas ao Santuário, realizando milagres de conversão e transformações nas almas.

Em 1919, o grande número de leigos vinculados a Schoenstatt, leva à fundação da União Apostólica de Schoenstatt. A década de 1920 foi marcada pela entrada das mulheres: a fundação da União Apostólica Feminina, em 1920, e o Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, em 1926.

O sacrifício de vida dos primeiros schoenstattianos fez jorrar abundantes graças e rapidamente surgiram outros ramos no Movimento. Na década de 1930, surge a Juventude Feminina e a Obra se expande para outros continentes: as Irmãs de Maria são enviadas como missionárias para a África e a América do Sul.

A Divina Providência também fortalece a Obra pela comprovação realizada pela Igreja, que teve seu ponto auge nos 14 anos – 1951 a 1965 – de exílio do Fundador Pe. José Kentenich. A atuação admirável da Mãe de Deus e o testemunho do amor e fidelidade à Igreja pelo Fundador e toda a Família Schoenstattiana, foram recompensados pela reabilitação do Pe. José Kentenich e a aprovação da Obra, pelas autoridades eclesiásticas.

A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt surge em 10 de setembro de 1950 e acelera a expansão do Movimento em todo o mundo e aprofunda a sua inserção nas paróquias e dioceses do Brasil.

Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável Brasília Eventos

A Igreja organiza alguns eventos durante o ano, acesse o site e verifique quais os eventos estão programados.

Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável Brasília Missas

As missas acontecem diariamente às 16h

Horário de Funcionamento Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável em Brasília

  • Aberto todos os dias de 08h às 18h

Endereço e Telefone Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável em Brasília

  • Rodovia DF 001 Km 04 EPCT Leste – Lago Norte – Brasília – DF
  • Telefone: (61) 3302-2103

Outras informações e site

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Praça dos Cristais Brasília

A Praça dos Cristais Brasília ou Praça Cívica é uma obra paisagística projetada pelo arquiteto e urbanista Roberto Burle Marx e seu assistente Haruyoshi Ono. Está localizada no Setor Militar Urbano, em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília.

A praça foi inaugurada em 1970, após cinco anos de construção e é um jardim geométrico construído na forma de um triângulo que conta com um espaço de 102 mil metros quadrados, sendo um local ideal para uma tarde de descanso e lazer.

Praça dos Cristais Brasília

Praça dos Cristais Brasília Criação

Sua criação veio de uma inspiração de Burle Marx ao visitar o município de Cristalina. Lá, ele e o assistente encontraram muitos cristais de rocha, ficando encantados. Naquela ocasião, Marx solicitou que fosse desenhado, em concreto, as peças que hoje se encontram no espelho d’água principal, assim representando, por meio da obra, as riquezas existentes no Planalto Central. Além dos cristais, existem também várias “ilhas” que podem ser acessadas por trilhas de concreto. Diversos jardins estão espalhados pelo local. No projeto inicial Burle Marx utilizou 53 espécies de plantas, a maioria nativa do Cerrado. Algumas não sobreviveram, mas outras resistiram e fazem parte do cenário. Um exemplo é o buriti de aproximadamente 12 metros que se encontra no local há quase 40 anos.

Praça dos Cristais Brasília Restauração e Conservação

A praça não é um local muito conhecido pelos moradores de Brasília, talvez porque esteja distante do movimento das avenidas e cercada pelo silêncio, em frente à Concha Acústica e ao Quartel General do Exército. Sendo assim é pouco visitada e pode-se imaginar que ela não seja bem preservada, porém, os que a conhecem encontram um local bastante conservado. Isso se deve ao fato da praça ter sido restaurada em 2009 e atualmente ser cuidada e patrulhada pelo Quartel General do Exército.

A Praça dos Cristais, que à época tinha 38 anos, ganhou uma restauração por dois motivos: a área foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e, em 2009, foi comemorado o centenário de Roberto Burle Marx, criador da obra. Essa restauração permitiu a recuperação dos espelhos d’água, que não funcionavam há 20 anos, e que agora contam com diversas espécies de peixes, além de ganhar iluminação que permite a visitação noturna, também assegurada pelas patrulhas militares. A praça não conta com bancos para os visitantes se sentarem, pois não constam no projeto original.

Horário de Funcionamento Praça dos Cristais em Brasília

  • 24 horas

Endereço e Telefone Praça dos Cristais em Brasília

  • Praça Duque de Caxias, SMU – Brasília – DF
  • Telefone: não possui

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